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Eureka Setor Público

Executar o orçamento não é mudar o resultado. Simulações de decisão para quem distribui um recurso público e tem de responder pelo efeito, não pela despesa.

Para quem é isto

Para direções de área municipal e regional, contratação e compra pública, planeamento e avaliação de políticas, e ONG e economia social. O que se pratica aqui é o momento em que escolhe quem é compensado e quem não é, com evidência incompleta e o calendário contra.

As decisões que correm mal

Seis conversas que já teve

Cada uma é uma simulação com um modelo económico por trás, não um caso de discussão.

O orçamento executa-se e o resultado não muda.

Alocar uma rubrica finita entre programas que competem, com o indicador de execução a premiar a despesa e não o efeito. Vê-se quando chega o exercício seguinte.

O caderno de encargos decidiu o resultado antes do concurso.

Estudos prévios e desenho da seleção: os critérios que define determinam quem pode ganhar. A concorrência abre-se ou fecha-se no documento, não na abertura das propostas.

Dinheiro ou espécie: escolhemos por ideologia, não por evidência.

Transferência monetária contra ajuda em espécie, com efeitos diferentes sobre consumo, dignidade, mercado local e custo administrativo. Os quatro mexem ao mesmo tempo.

O parque todos querem e ninguém paga.

Bens públicos e free-riding: a contribuição voluntária colapsa mesmo quando todos ganham, e entender porquê é o que permite desenhar a alternativa.

Desenhámos o incentivo e as pessoas otimizaram o incentivo.

Desenho de mecanismos: a regra produz o comportamento, não a intenção com que a regra foi escrita. Pratica-se vendo as pessoas jogar o seu próprio desenho.

A avaliação chegou quando já não se podia mudar nada.

Avaliação de impacto em torno de um corte de elegibilidade: desenhar a medição antes do programa, não depois, é a diferença entre aprender e justificar.

E se o seu caso não está na lista

O que construímos

Sobre a Universal Simulation Framework reenquadramos enquadramento, procedimento e indicadores num ciclo de 1 a 2 semanas, e também escrevemos uma simulação de zero a partir do seu próprio caso. Neste setor o reenquadramento normativo quase nunca é opcional, e orçamentamo-lo como parte do trabalho.

Quem compra

Quatro compradores, quatro razões diferentes

Direção de área municipal e regional

Quem distribui um orçamento entre serviços que são todos necessários, e tem de defender a distribuição em público.

Contratação e compra pública

Equipas que redigem cadernos de encargos e estudos prévios, onde o enviesamento entra no documento muito antes da comissão.

Planeamento e avaliação de políticas

Quem desenha o programa e a medição ao mesmo tempo, e precisa que a sua equipa entenda porque a ordem importa.

ONG e economia social

Organizações onde o mandato social e a sustentabilidade financeira se decidem na mesma reunião, com um financiador a olhar.

Honestos sobre o encaixe

Três limites que preferimos dizer antes de uma demonstração, não depois:

  • Não somos uma plataforma de microsimulação fiscal. Não modelamos a população real nem as contas do seu país; trabalhamos com um modelo estilizado onde a decisão se pode praticar e errar sem custo.
  • Não damos assessoria jurídica nem certificamos em contratação pública. Ensinamos o raciocínio do caderno de encargos, não o texto em vigor da norma — e a norma muda mais depressa do que qualquer material formativo.
  • O bloco de contratação e administração está muito marcado pelo enquadramento colombiano — SECOP, pliegos, estudios previos, Consejo de Estado, pós-conflito. Na América Latina isso é uma vantagem; para uma entidade europeia ou norte-americana há que somar o ciclo de reenquadramento, e dizemo-lo antes de o vender.

Perguntas frequentes

É uma plataforma de microsimulação de políticas?

Não. Não modelamos a população real do seu país nem as suas contas fiscais: isso é trabalho tipo EUROMOD e não o fazemos. Modelamos a decisão sob um modelo estilizado — quem compensa, que incentivo desenha, o que deixa de financiar — com consequências que aparecem nas rondas seguintes.

Cobre contratação e compra pública?

Sim, e é um dos blocos mais concretos: estudos prévios, desenho do caderno de encargos e do processo de seleção. O enquadramento de referência é o colombiano, pelo que para uma entidade europeia ou norte-americana há que somar o ciclo de reenquadramento de 1 a 2 semanas.

É assessoria jurídica ou formação normativa?

Não. Ensina o raciocínio — o que um caderno de encargos decide realmente, onde entra o enviesamento, o que fica fora do processo — não o texto em vigor da norma, que muda. Não emitimos certificação em contratação pública.

Serve para ONG e economia social?

Sim: gestão de ONG e empresa social, impacto, e o bloco de bens públicos e free-riding, que é o que melhor explica porque algo que todos querem não é pago por ninguém.

Podem adaptá-lo ao nosso enquadramento normativo?

Sim, e neste setor é quase sempre necessário. Sobre a Universal Simulation Framework reenquadramos enquadramento, procedimento e indicadores num ciclo de 1 a 2 semanas, e escrevemos uma simulação de zero a partir do seu próprio caso.

Diga-nos que decisão fica encravada

Uma chamada curta: diz-nos a área, o perfil dos participantes e quanto tempo tem. Dizemos-lhe o que existe hoje, o que teria de ser reenquadrado e o que não vamos conseguir fazer.

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Última revisão: 2026-09

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